Prazeres, Ariston ReisOliveira, Teresa Cristina Ferreira de (Orient.)2025-01-142025-01-142024https://ri.ucsal.br/handle/123456789/5263O presente artigo tem como objetivo geral mostrar a partir dos problemas de pesquisa, a evolução histórica e social do Direito de Família, principalmente no que concerne à filiação, sob a égide dos princípios constitucionais, a fim de explanar de forma clara os reflexos que a socio afetividade geram para o direito sucessório. Nesse sentido, valendo-se de revisão bibliográfica feita a partir das categorias atinentes ao tema, buscou-se posicionar-se acerca do reconhecimento pelos Tribunais da socioafetividade enquanto valor normativo, notadamente a Tese 622 pelo STF e o instituto da multiparentalidade, para considerar os reflexos deste instituto para o direito sucessório. Para tanto, foi realizada uma análise acerca dos princípios que embasam o instituto da filiação socioafetiva, bem como da própria constatação pela literatura da família enquanto conceito aberto e em construção concluiu-se que a socioafetividade é um valor derivado dos princípios constitucionais e reconhecido pela jurisprudência dos Tribunais brasileiros, suscitando inúmeros reflexos, notadamente no campo sucessório.ptSocioafetividadeFiliação socioafetivaDireitos sucessóriosFamília socioafetivaDireito civilO reconhecimento da filiação socioafetiva e as consequências jurídicas nas relações familiaresTrabalho de Conclusão de Curso