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Browsing by Author "Bastos, Lyege de Lima Borges"

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    Coconstrução de sentidos e significados nos processos comunicacionais familiares: narrativas de pais, mães e filhos(as) adolescentes
    (UCSal - Universidade Católica do Salvador, 2025-10-21) Bastos, Lyege de Lima Borges; Sá, Sumaia Midlej Pimentel (Orient.); Rabinovich, Elaine Pedreira (Membro da Banca); Costa, Lívia Alessandra Fialho da (Membro da Banca); Moreira, Lúcia Vaz de Campos (Membro da Banca); Amorim, Rita da Cruz (Membro da Banca); Neves, Sinara Dantas (Membro da Banca)
    A comunicação parento-filial é uma dimensão fundamental para a compreensão do funcionamento familiar, pois é a via pela qual se estabelecem as interações e se qualificam as relações. Ela desempenha um papel decisivo no desenvolvimento emocional, cognitivo e social de crianças e adolescentes, influenciando diretamente o bem-estar familiar e o futuro de seus membros. Diante dessa relevância, este estudo qualitativo, de caráter exploratório e descritivo, teve como objetivo identificar a coconstrução de sentidos e significados atribuídos aos processos comunicacionais na dinâmica relacional entre pais, mães e filhos(as) adolescentes. Para tanto, adotou-se a metodologia de Narrativas de Vida, fundamentada na Abordagem Sistêmica Familiar e na Teoria da Comunicação Humana. Participaram da pesquisa quatro adolescentes, dois do sexo masculino e duas do sexo feminino, entre 15 e 18 anos, membros de famílias nucleares, bem como seus respectivos genitores, todos residentes na área urbana do município de Feira de Santana-Ba. A coleta de dados envolveu um questionário sociodemográfico e entrevista narrativa, permitindo a exploração das percepções familiares acerca das trocas afetivas, das atitudes parentais e filiais diante dos conflitos emergentes, das práticas educativas cotidianas e da identificação dos sentimentos mobilizados nas partilhas de situações problemáticas. A análise dos dados foi realizada por meio do método Interpretação dos sentidos (Minayo, 2014). Os resultados evidenciaram que a afetividade foi reconhecida como recurso fundamental para o fortalecimento dos vínculos e da coesão familiar, manifestando-se por atitudes de acolhimento, aceitação incondicional, disponibilidade emocional e respeito mútuo. As mães foram percebidas como mais engajadas, especialmente na mediação de conflitos e no apoio diante de situações problemáticas, denotando sentimento de confiança mútua. Por sua vez, os pais apareceram como mais reativos e distantes, sobretudo nas relações com filhos do sexo masculino, demonstrando dificuldades nessas interações. Estratégias como a metacomunicação e a autorreferência parental mostraram-se eficazes na negociação de regras e limites, ao passo que o time out, adotado por adolescentes, contribuiu para a prevenção de escaladas conflituosas. Constatou-se ainda uma predominância da tipologia familiar consensual, do estilo parental autoritativo e de práticas educativas indutivas e dialógicas, atravessadas por transmissões intergeracionais de valores culturais e religiosos. Entre as limitações desta pesquisa, destaca-se a amostra com participantes pertencentes ao mesmo estrato social e contexto sociocultural. Sugere-se a replicação com ampliação da amostra e investimentos futuros em estudos comparativos entre famílias com diferentes níveis sociais e em contextos socioculturais diversificados. Ressalta-se ainda necessidade de aprofundar discussões sobre temas sensíveis, como sexualidade e uso de tecnologias digitais.
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    Concepções de família por crianças em transição para a adolescência
    (UCSal, Universidade Católica do Salvador, 2019-09-27) Bastos, Lyege de Lima Borges; Dessen, Maria Auxiliadora (Orient.)
    As transformações econômicas e sociais vivenciadas pela sociedade, em especial na segunda metade do século XX, acarretaram mudanças significativas na estrutura e organização da família, bem como nas concepções dos membros acerca do seu conceito e funcionamento. Este estudo teve como objetivo geral investigar a perspectiva conceitual de 40 crianças em transição para a adolescência, membros de famílias nucleares e monoparentais, a respeito das novas configurações da família contemporânea e de que modo essas transformações na dinâmica familiar influenciam o seu desenvolvimento. Os objetivos específicos consistiram em identificar: (a) as concepções de família, focalizando: conceito, composição, função e divisão de papéis; (b) as percepções quanto às suas famílias de origem e projeções para o futuro do grupo familiar; e (c) as concepções sobre as seguintes tipologias de famílias: nuclear, monoparental, recasada e extensa. As crianças tinham entre 11 e 14 anos de idade, sendo 52,5% do sexo masculino e 47,5% do sexo feminino, e pertenciam a dois arranjos familiares: nuclear (67,5%) e monoparental (32,5%). As famílias participantes possuíam nível socioeconômico médio e médio baixo. A coleta de dados com as crianças foi efetuada em duas escolas: uma pertencente à rede pública de ensino e a outra à rede particular; os dados sociodemográficos das famílias foram fornecidos pelos genitores, via telefone. As crianças foram solicitadas a preencher três questionários sobre: (a) conceituação de família; (b) expectativas futuras acerca das respectivas famílias; e (c) percepções dos diferentes arranjos familiares. Os resultados foram analisados considerando quatro subgrupos, em função do tipo de arranjo familiar das crianças (nuclear e monoparental) e da fase de transição para a adolescência (inicial e final). As crianças, independentemente do tipo de configuração familiar e da fase de transição, conceberam a família pautada mais nos vínculos afetivos do que nos laços de consanguinidade, havendo mais similaridades do que diferenças em suas concepções. No entanto, há diferenças entre as expectativas das crianças de arranjos nucleares e monoparentais acerca do futuro dos seus pais. A maior parte das crianças do grupo nuclear percebe seus pais como idosos e trabalhando, mas, principalmente, felizes e unidos no futuro, enquanto a maioria das crianças do grupo monoparental imagina seus pais apenas como idosos e aposentados. Quanto à percepção das diferentes configurações familiares, a família nuclear continua sendo vista como a ‘mais perfeita’ e com condições de fornecer um ambiente melhor para se viver, particularmente pelas crianças pertencentes ao arranjo monoparental e por crianças em fase inicial de transição. Tanto as famílias recasadas quanto as monoparentais foram classificadas como ruins, por diferentes razões, enquanto as famílias extensas foram percebidas com qualificações mais positivas (63,4%) do que negativas (7,3%). Os resultados deste estudo sugerem a forte necessidade de ampliar as pesquisas sobre as concepções atuais de família e de diferentes configurações familiares por crianças e adolescentes brasileiros, visando formulações de políticas públicas direcionadas a essa faixa etária e aos diferentes arranjos familiares.

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