Uso de efluentes domiciliares na irrigação paisagística urbana: risco de substâncias tóxicas e aproveitamento de nutrientes.

A questão ambiental, atualmente, é um dos assuntos que vêm sendo discutidos em muitos trabalhos científicos. A eficiência energética e a busca pela estratégia de minimização de resíduos, diante do aumento populacional excessivo, estão cada vez mais acirradas. Todavia, os rios e lagos são o destino final dos efluentes domésticos, estando continuamente sendo contaminados com metais traços e esgotos, que acabam influenciando negativamente a vida da biota aquática. Na busca de minimizar os impactos causados por esses efluentes e auxiliar na questão de minimização do uso de água potável, este trabalho aponta e discute as possibilidades de reúso de efluentes domiciliares tratados em irrigações paisagísticas. Por se tratar de um tema amplo, a revisão de literatura restringiu-se ao potencial de aproveitamento de nutrientes e uma revisão da toxicidade destes efluentes, que são parâmetros comparativos para que o reúso dessas ‘águas’ possa ser aprovada e aceita por parte da sociedade. Assim, este trabalho busca desmitificar o pensamento de que não se pode usar a água de esgoto, mostrando os benefícios ao homem e ao ambiente, haja vista que esta tecnologia já vem sendo utilizada em muitos países.

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