Os resíduos sólidos urbanos como agravantes da qualidade de vida das pessoas: o caso do aterro metropolitano centro.

O destino e a acomodação dada aos resíduos sólidos urbanos (RSU), ao longo dos tempos, tem sido motivo, indiscutivelmente, de preocupação por parte não só dos gestores públicos, bem como da sociedade de um modo em geral. A maneira como vive a sociedade global, o modo de produção capitalista e o consumo cada vez maior de produtos industrializados por parte da humanidade têm aumentado muito a produção de lixo, fato este que tem sido motivo de discussões e debates a respeito do assunto em vários locais do mundo. Tal preocupação perpassa, não só pelo comprometimento da qualidade de vida de um modo em geral, mas também pela manutenção da qualidade ambiental, conceitos importantes em se tratando de uma análise socioeconômica e ambiental, tão necessária ao exercício de uma sociedade que busca na sustentabilidade dos sistemas, subsídios para uma melhor condição de vida. Neste sentido, este artigo busca num primeiro momento apresentar a problemática gerada pelos RSU, fazendo um breve histórico do lixo na cidade de Salvador, apresentando o equipamento público – o Aterro Metropolitano Centro (AMC) e como este, a partir do seu processo operacional, interfere em aspectos como a qualidade de vida e a qualidade ambiental do seu entorno. Por fim, procurou-se levar em consideração, os vários atores ora articulados no processo de comprometimento destes aspectos.

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