Espaço e memória: artes de curar e comércio de ervas em Salvador – 1950-2000
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Universidade Católica do Salvador
O presente estudo busca apreender, na Salvador de 1950 a 2000, a sobrevivência das variadas práticas populares de cura que, tem mobilizado uma rede de relações de trabalho que possibilita a existência e sobrevivência de práticas médicas tradicionais. Como o comércio de ervas se institui no cotidiano da cidade, inserindo-se no seu universo material e simbólico das artes de curar, territorializando espaços à oferta desses gêneros. Considera-se, ainda, que essas práticas de cura advêm de uma cultura própria, expressa numa linguagem específica, cujos códigos são amplamente dominados pela população que as produzem e as vêm ressignificando conforme os novos desafios impostos pelas constantes mudanças vividas na sociedade.
