Na hora de fazer não gritou: a violência obstétrica nas mulheres parturientes

O presente artigo tem por objetivo traçar uma análise sistemática da maternidade e do parto destacando sua importância como um processo singular na vida da parturiente. Deste modo, procura identificar como e quando a violência obstétrica se instaurou na sociedade, abarcando suas formas. Em decorrência da mudança no cenário da parturição, o “modelo tecnocrático” surge ferindo a autonomia feminina ao tornar o corpo da mulher em um objeto institucional, transformando o parto num processo patológico com uso exagerado de tecnologias e medicalização

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