Análise retórico-comparativa de críticas cinematográficas: o auto da compadecida

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Universidade Católica do Salvador
Este artigo analisa comparativamente os discursos das críticas cinematográficas publicadas nas revistas Veja e Bravo! acerca do filme O Auto da Compadecida (2000), dirigido por Guel Arraes. Para a concepção do trabalho, foram utilizadas como base os princípios retóricos e argumentativos de Chaim Perelman e David Bordwell, para a identificação das marcas retóricas – que compõem o juízo de valor, marcas de justificação de valor e marcas de estratégias de persuasão –, e as marcas contextuais. Nestes periódicos foram encontradas resenhas com valorações similares, mas retóricas diferentes. Isso confirma como o universo crítico é diverso e demonstra a dependência das referências pessoais no auxílio à construção da visão do público-leitor sobre determinada obra.

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