Estudo preliminar da comunidade fitoplanctônica da lagoa de pituaçu – Salvador – Bahia

A Lagoa de Pituaçu, situada no parque com o mesmo nome (PMP), é um dos exemplos de águas paradas ou Lênticos. Rico em biodiversidade, o parque apresenta 450 hectares de área preservada, com remanescentes de Mata Atlântica e uma grande variedade de árvores frutíferas, como mangueira, cajueiros e goiabeiras, além de diversos coqueiros, dendezeiros e palmeiras, segundo a CONDER, 2005, estando situado na área urbana da cidade de Salvador, estado da Bahia. A lagoa, por ser um ecossistema aquático e dulcícola, é representada como um sistema aberto, onde existe uma saída e entrada de nutrientes, sendo assim o equilíbrio neste ambiente um fator indispensável para as trocas energéticas e a manutenção do meio. Os microrganismos nesta presente (fitoplâncton e zooplâncton) se interagem, sendo as microalgas o alimento principal para os invertebrados aquático, além de serem bioindicadoras, o que as torna um instrumento essencial de avaliação da qualidade da água.

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