A interseccionalidade e o feminismo negro: as diversas formas de segregações a partir do Colorismo

O presente artigo é fruto das discussões propostas na disciplina Questão Social, Gênero, Raça/Etnia e geração, componente curricular do curso de serviço social da Universidade Católica do Salvador. A disciplina possui enquanto objetivo a compreensão das manifestações da questão social, que é o objeto de intervenção do Serviço Social, a partir das dimensões de exploração e opressão que são estruturantes na sociabilidade do capital, estando intrinsecamente articuladas à dimensão de classe. Nesse sentido, busca-se explicitar de que forma a categoria interseccionalidade, auxilia o Serviço Social na compreensão das opressões presentes nas diversas relações de classe, gênero, raça/etnia, geração e sexualidade que circundam o fazer profissional. Para melhor delinear, faz-se aqui um recorte sob uma manifestação da questão social que na atualidade tem sido alvo de preocupações públicas e de entes privados, que são as diversas formas de violência sofrida pelas mulheres negras, considerando inclusive a sua tonalidade, que aqui será denominado como colorismo. Para tanto, tem-se como respaldo teórico-metodológico autoras e autores que, a partir das epistemologias feministas e decoloniais, têm discutido tal questão no cenário brasileiro e mundial

Descrição

Citação

Coleções