Migrantes e refugiados na Bahia: um caminhar de (re) significação

Este artigo tem como objetivo examinar o protagonismo na tratativa das demandas de migrantes e refugiados em Salvador da Bahia nos últimos anos, compreendendo a conflitualidade que se apresentam na luta invisível travada pelos sujeitos de direito migrante em busca de reconhecimento de suas necessidades e identidade. A marca da territorialidade é um identificador desse ser social que promove e é, ao mesmo tempo, resultado da produção do capital, sendo esse papel, a via por onde o Estado acessa essa parcela da população e formaliza uma ideologia de valorização homem e da sua integração com o território global. A atuação da autora no Centro Comunitário Monsenhor José Hamilton-CCMJH, e na capacitação de técnicos que atuam na Política de Assistência Social do Estado robustecem o presente estudo que metodologicamente utilizou a pesquisa bibliográfica e documental, sendo a revisão bibliográfica sistemática a técnica de coleta de dados estruturante dos resultados. Através da análise dos dados e informações evidenciou-se a necessidade de que programas políticos dêem ênfase à inclusão social dos migrantes e refugiados por via das politicas públicas enquanto ação legítima, necessária, e entendida como uma questão de reparação de direitos sociais, para que possam garantir a equidade no que concerne a dignificação da pessoa humana no seu novo lugar. Só assim a alteridade dos migrantes e refugiados poderá promover oportunidades de permanência e valorização ao modo de vida desses sujeitos sociais em território brasileiro

Descrição

Citação

Coleções