Práticas da dança como otimização do desempenho funcional para idoso

O envelhecer pode ser compreendido como o processo de alterações morfológicas que ocorrem no organismo do indivíduo e que são reguladas pelo ambiente externo. É um fenômeno natural que aumenta a vulnerabilidade e a fragilidade do sênior, considera-se que alguns danos à saúde também são ocasionados pelo estilo de vida que se leva. A dança trabalha a expressividade, a criatividade, a consciência do corpo em movimento, a memorização de sequências coreográficas, possibilita dançar com o outro e para o outro. Sendo assim, dançar traz benefícios biológico-funcional, motor, cognitivo, psicológico e sócio afetivo, podendo proporcionar aos idosos uma melhora na funcionalidade, dando segurança, bem-estar, equilíbrio, condicionamento físico, independência e autonomia. O presente estudo tem como objetivo descrever os benefícios da dança como recurso fisioterapêutico no tratamento de idosos. Trata-se de uma revisão bibliográfica visando à possibilidade de associar resultados de pesquisas já concluídas e obter discussões sobre assuntos relevantes para a sociedade. Foram realizados levantamentos bibliográficos junto aos bancos de dados: PUBMED, MEDLINE LILACS e SCIELO e busca ativa de referências bibliográficas dos artigos selecionados no período de abril a agosto de 2017. Os resultados dos artigos discutidos apontam os efeitos da dança como ferramenta na atenção à saúde do idoso, promovendo resultados efetivos, constatando ganhos significativos no equilíbrio, na flexibilidade, na capacidade aeróbica, com isso diminuindo o risco de queda, além de diversos benefícios motores e consequentemente o desempenho funcional. Concluiu-se que a dança beneficia de forma positiva não somente na parte motora dos idosos que praticam, mas também, na reintegração desse indivíduo a sociedade, na melhora da autoestima e aceitação do mesmo a nova fase da vida

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