A inclusão das crianças de 0 a 06 anos em instituições de educação infantil: avanços, desafios e contradições
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Universidade Católica do Salvador
Atualmente, não podemos falar em inclusão social sem destacarmos dois grupos de pessoas que ao longo dos séculos foram relegados a segundo plano para a participação social: a mulher e a criança. Apesar de algumas conquistas, questões referentes a gênero e a infância são sempre pertinentes para melhoria da qualidade de vida desses sujeitos sociais. O presente artigo tem a pretensão, não de aprofundar, mas de trazer algumas reflexões sobre as políticas públicas para Educação Infantil, analisando algumas contradições que impedem as mulheres de terem uma inserção igualitária igual ao do homem, com direito a maternidade e como algumas sutilezas em documentos oficiais coisificam ainda a infância. A luz do estudo de alguns teóricos e das principais legislações vigentes que regulamentam a educação para a criança pequena, pretende-se, também, abordar, mesmo que timidamente, a importância das lutas dos movimentos sociais, através das associações de bairro, na busca de alternativas para minimizar o apartheid social com criação de creches para suas famílias que não conseguem ter acesso à rede regular do município.
