Homem, espaço e doença: espacialização geográfica sobre o território baiano

O crescimento populacional atrelado aos constantes incrementos das atividades humanas, vem interferindo na qualidade de vida dos seres humanos e no comportamento de algumas enfermidades. Tais transformações no espaço influenciam em modificações no comportamento epidemiológico e espacial de algumas doenças. Desse modo, o presente artigo tem como finalidade central analisar a distribuição espacial e o comportamento epidemiológico da Leishmaniose Visceral Americana (LVA) sobre o espaço geográfico dentro do ciclo Humano, no Estado da Bahia, no período de 2000 a 2003, identificando as principais áreas endêmicas e de risco para a doença. Com o intuito de classificar as áreas de maior endemicidade, de antropizacão na tentativa de identificar fatores de risco e delimitação de suas áreas, utilizamos técnicas de geoprocessamento e sensoriamento remoto.

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