A linguagem e o direito médico: reflexões acerca da maneira como o consentimento livre e esclarecido é informado na relação médico-paciente
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Universidade Católica do Salvador
This paper aims to analyze the language process in the doctor-patient relationship, considering the application of the Informed Consent Term (ICF), since communication, a vital factor of human interaction, can frame the doctor-patient relationship in clarified or unenlightened, effective or ineffective, accessible or inaccessible. For this, we use a qualitative approach and adopt bibliographic research, since we rely on previous researches and productions on the theme to build our knowledge. It is concluded that one of the main causes that prevent the patient's consent to a medical procedure is the lack of understanding of medical terms and variations, and thus the search for linguistic equity in the implementation of the ICF promotes the patient's dignity and autonomy.
O presente artigo visa analisar o processo de linguagem na relação médico-paciente, considerando a aplicação do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), uma vez que, a comunicação, fator vital da interação humana, pode enquadrar a relação médico-paciente em esclarecida ou não esclarecida, eficaz ou ineficaz, acessível ou inacessível. Para isso, utilizamos uma abordagem qualitativa e adotamos a pesquisa bibliográfica, pois nos embasamos em pesquisas e produções anteriores sobre a temática para construir nosso conhecimento. Conclui-se que uma das principais causas que impedem o consentimento do paciente diante de um procedimento médico é a ausência de compreensão dos termos e variações médicas, sendo assim a busca de equidade linguística na implementação do TCLE promove a dignidade e a autonomia do paciente.
