Aspectos clínicos e epidemiológicos da coinfecção tuberculose e HIV no município de Salvador

O objetivo deste artigo é analisar os aspectos clínicos e epidemiológicos da coinfecção TB/HIV na capital do estado da Bahia, no período de 2008 a 2017. Trata-se de um estudo do tipo ecológico, de caráter exploratório, descritivo, realizado a partir de dados secundários. Foram realizadas análises de frequências absoluta e relativa para as seguintes variáveis e suas categorias: Sexo (masculino, feminino e ignorado), faixa etária (0 a 14 anos, 15 a 24 anos, 25 a 34 anos, 45 a 54 anos, 55 a 64 anos e acima de 65 anos), raça/cor (branca, preta/parda e outros – englobando amarelo e indígena e ignorados), escolaridade (analfabeto, até o ensino fundamental completo, até ensino médio completo, até educação superior completo e ignorado/não se aplica), forma (pulmonar, extrapulmonar e ambas), tipos de entrada (casos novos, recidiva, reingresso após tratamento, não sabe, transferência e pós óbito). Os dados foram organizados de forma sistemática com confecção tabelas em Excel e analisados no Stata 12. Na análise dos aspectos clínicos e epidemiológicos da capital baiana observa-se uma equivalência ao perfil nacional da coinfecção. Entretanto, existe uma desigualdade socioeconômica acentuada na sociedade, evidenciada no estudo através do nível de escolaridade. Percebe-se, portanto, que a prevenção através da educação em saúde nas populações abrangentes é a melhor solução para conter os avanços de casos da coinfecção

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