Novas abordagens farmacoterapêuticas para a doença de Parkinson

Doença de Parkinson (DP) consiste na neurodegeneração progressiva desencadeando o déficit de dopamina. Alguns fármacos que estão disponíveis no mercado, apesar de eficazes, geram efeitos adversos observados no uso prolongado visto que agem de forma inespecífica. O artigo foi desenvolvido a partir da revisão da literatura de trabalhos indexados no Pubmed publicados no período de 2011 e 2016. Os objetivos do presente artigo consistem em analisar os atuais enfoques de pesquisas acerca do desenvolvimento de novas terapias farmacológicas que atuem no processo de modulação e retardo da DP, além de apresentar os mecanismos de ação desses novos fármacos e apontar uma nova abordagem terapêutica para esta doença. Observou-se o uso do GLP-1 (glucagon like-peptide 1), muito útil para a reposição de dopamina, opicapona, que retarda a degradação da COMT (catecol o-metil transferase) e o THC (tetra-hidrocanabinol) que age nos receptores CB-1 e CB-2 com ação antioxidante resultando na restauração das funções motoras. Assim, o estudo traz uma perspectiva de melhorar a qualidade de vida do paciente junto a uma possível descoberta de cura

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