A quarta revolução tecnológica e a distinção entre os tempos de trabalho e tempos de não-trabalho

O artigo busca averiguar a falsa premissa histórica de que a evolução mecânica e científica dos meios de produção contribuiria para a redução da intensidade do trabalho, gerando mais tempo social livre. A metodologia da pesquisa empregada é a revisão bibliográfica e sua conclusão é que os avanços tecnológicos só geraram trabalho mais intenso, mais conectado, jornadas mais longas, com acúmulo de funções e responsabilidades, redução de postos de trabalho e avanço do tempo de trabalho sobre o tempo social, causando prejuízos à saúde do trabalhador

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