Uma crítica sobre o racismo científico, o mito da democracia racial e apresentação de um novo olhar sobre racismo no Brasil

O texto faz uma discussão sobre a formação da sociedade brasileira no que se relaciona à mestiçagem, ao pensamento dos homens da ciência, à introdução das teorias racistas, dos embates que envolveram as correntes ligadas às escolas de Medicina na Bahia e Rio de Janeiro, e de Direito, em Olinda e São Paulo, as discussões em torno do mito da Democracia Racial. Trata também das formulações de políticas de ações afirmativas que, em certo ponto, contribuíram para dar relativa visibilidade aos negros, através de vozes negras que externalizam a existência do racismo institucionalizado, e da condição de subalternidade em que a mulher negra é vista, ainda hoje na sociedade brasileira

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