Ser quem se é: liberdade e singularidade do sujeito
Data
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Católica do Salvador
O objetivo deste artigo é abordar panoramicamente um tema muito em voga na atualidade: ser quem se é. Uma proposta que transcende parâmetros socioculturalmente estabelecidos e abre discussão para a diversidade do humano, considerando também aspectos que ultrapassam as barreiras do binarismo heteronormativo das “caixas para meninas” e “caixas para meninos”. Nesse sentido, aborda o aprimoramento de um senso crítico na promoção de um ser pensante “fora das caixas”, que paute suas condutas em respeito e equidade com a individualidade de cada um, sem julgar ou discriminar consoante paradigmas enraizados no meio social. A discussão proposta apresenta um diálogo com as perspectivas teóricas de Friedrich Nietzsche (1966;2008), Stuart Hall (1997;2006), Byung-Chul Han (2017), Pierre Bourdieu (2007), Néstor Canclini (1997), Erving Goffman (2004), Raymond Williams (2011; 1979), Roberto Porto Simões (1995) e James Grunig (2009). No âmbito desta abordagem percebe-se que, diante das barreiras sociais que vão de encontro com os direitos humanos individuais, é evidente a disseminação de todo discurso de força e apoio de conscientização e reflexão quanto a diversidade e singularidade de cada cidadão, atualizando a moral que a rege a sociedade. Nesse contexto, a comunicação nas redes sociais, enquanto um dos alicerces da vida global no século XXI tem corroborado tanto para reforçar posturas discriminatórias quando para promover o respeito à diversidade
