Farmacoterapia da doença de parkinson - uma revisão bibliográfica
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Universidade Católica do Salvador
A Doença de Parkinson (DP) é a segunda doença mais comum no mundo. Acomete principalmente a população da faixa etária de 65 anos, considerada idiopática, neurodegenerativa e progressiva. Sensibiliza o sistema nervoso causando a morte de neurônios dopaminérgicos. O tratamento padrão-ouro é a L-DOPA. Entretanto, apresenta uma série de efeitos adversos, justificando seu uso em combinação com protetores da dopa descarboxilase. Com isso, o intuito do artigo é abordar dois novos fármacos para o tratamento da DP, Rasagilina e Opicapona, além de uma análise dos fármacos já utilizados para o tratamento, Selegilina e Levodopa e o seu impacto na vida dos portadores. Metodologia. Esse artigo consiste em uma revisão narrativa da literatura que utiliza artigos científicos disponibilizados nas plataformas Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (Medline) ou PubMed e Scientific Electronic Library Online (SciELO), sendo artigos escritos nas línguas portuguesa, inglesa e espanhola. Resultados. Este trabalho mostrou que os fármacos são primordiais para os portadores da doença, principalmente no que tange a melhora clínica e da qualidade de vida desses pacientes. Embora os fármacos resultem em benefícios significativos, também podem resultar em efeitos adversos. Considerações finais. Desta forma, análises e testes devem ser feitos para analisar qual o tratamento farmacológico mais adequado para cada paciente
