A revolta separatista da Bahia

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Universidade Católica do Salvador
As produções históricas apontam que, desde a abdicação de D. Pedro I, o autoritarismo prevaleceu durante todo o Período Regencial, no qual a centralização política causou uma série de descontentamentos entre a elite dominante, de cada região, com o Governo Central. Dessa forma, o país mergulhou num período de instabilidade política que duraria nove anos. A Sabinada, ocorrida na Bahia em 1837, é o objeto de estudo deste trabalho no qual procuro apontar sua importância para a História da Bahia. A vontade de se desligar do Império estava associada aos desmandos do poder central, associado ao fato de que a Bahia já possuísse uma tradição rebelde desde 1798 com a Conjuração Baiana. A hipótese era que a separação seria provisória até D. Pedro de Alcântara completar sua maioridade; a partir daí aparecem as contradições da revolta que colocam a Sabinada como um movimento republicano e até mesmo federalista. Com isso, constata-se a falta de organização nas propostas pretendidas pelos rebeldes, que, em cinco meses, foram derrotados tendo o Governo Central restaurado a paz e a ordem pública

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