A estética do “choque” de Baudelaire: entre a revolta e a sedução?

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Universidade Católica do Salvador
O artigo em questão submete a análise as relações entre o Tempo, a “Experiência do Choque” e a Arte na estética de Charles Baudelaire, a partir da crítica elaborada por Walter Benjamin na obra A Modernidade e os Modernos. No que refere ao legado de Baudelaire, foram utilizadas as obras Sobre a Modernidade, Richard Wagner e Tanhaüser em Paris e O Pintor da Vida Moderna, e as obras de literatura, As Flores do Mal, Pequenos Poemas em Prosa e o diário Meu Coração a Nu. A pesquisa parte da análise da condição do indivíduo na Modernidade (séculos XIX, XX e XXI) que vive o arrebatamento da transitoriedade e a destruição da Tradição. O universo em que há o esvaziamento da experiência quotidiana do indivíduo é o mesmo que conduz a um esquecimento da memória coletiva e a fragilidade da memória individual

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