Sistema de apoio para repouso e acomodação de enfermos em residências

Este trabalho busca, através de uma análise criteriosa da atividade de atendimento domiciliar de pacientes em diversos estágios e graus de enfermidade, estudar a relação entre o paciente e o cuidador, no intuito de equacionar e solucionar problemas e disfunções inerentes ao sistema. Tem como objetivo desenvolver um sistema de apoio para repouso e acomodação para esses pacientes, adequado às funções a este atribuídas, compatível com o ambiente doméstico, e ergonomicamente ajustável aos diversos usuários. Também conhecida como home care (do inglês, cuidado no lar), a medicina domiciliar abrange desde procedimentos simples até outros de maior complexidade, englobados nos seguintes casos: pacientes crônicos que podem ser acompanhados em domicílio; convalescentes que não necessitam de cuidados diários de médicos e de enfermeiros; portadores de enfermidades de evolução prolongada, cujo tratamento é fundamentalmente o repouso; pacientes originados dos serviços de ortopedia e cirurgia que podem se restabelecer no domicílio, seguidos por uma equipe; pacientes, que embora podem ser tratados nos ambulatórios, têm enfermidade ou condição social que impossibilita ou dificulta o tratamento em hospital. Diversos estudos científicos vêm comprovando as vantagens do home care em relação à internação hospitalar. Os principais resultados aparecem na evolução do estado de saúde, no retorno mais rápido às atividades cotidianas e no número de readmissões hospitalares. Assim, as pesquisas atuais têm mostrado que fatores psicológicos também podem atuar favoravelmente na medicina domiciliar. A proximidade com a família evita a sensação de solidão que é comum na internação hospitalar, evita que o paciente fique afastado de suas atividades de lazer e motiva o paciente a adesão ao tratamento.

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