Representação social: deficiência visual, saúde-doença e lazer

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Universidade Católica do Salvador
O presente estudo tem como objetivo compreender as representações sociais das mulheres portadoras de cegueira congênita sobre saúde-doença e as interferências no lazer. Essas representações assinalam um pensar e sentir apoiados por uma visão paternalista, assistencialista e segregadora, fundamentada no que as mulheres cegas denominam de doença social, ou seja, a falta de informação, buscando apresentar um discurso de identidade que gostariam de ser reconhecidas, de pessoas normais, pensantes e afetivas. Assim, essas mulheres arcam o ônus da doença social, entretanto, em suas representações, apontam subsídios para a busca da superação desta construção histórica arraigada nas representações dos grupos sociais.

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