Procedimentos fisioterapêuticos em pacientes idosos acometidos pelo AVE.

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Universidade Católica do Salvador
O acidente vascular encefálico (AVE), popularmente conhecido como derrame, resulta da interrupção brusca da irrigação sanguínea ao cérebro, ocasionando lesão celular e danos às funções neurológicas. Suas causas mais tradicionais são a isquemia e a hemorragia e sua conseqüência física mais comum é a hemiplegia, definida como paralisia completa dos membros superiores e inferiores do mesmo lado do corpo. Foi realizada uma revisão de literatura, através das bases de dados LILACS, SCIELO e MEDLINE, tendo como descritores as palavras AVE, acidente vascular encefálico, fisioterapia, AVC, acidente vascular cerebral, hemiplegia e reabilitação neurológica. Nesse contexto, o objetivo do artigo presente é indicar os métodos de tratamento fisioterapêutico em pacientes idosos hemiplégicos, decorrente de AVE. A manobra de conduta fisioterapêutica propõe aumentar a habilidade funcional e prevenir posteriores complicações, proporcionando ao indivíduo tentar retornar às atividades diárias. A localização, a forma e a conduta de intervenção são fatores irrelevantes a traçar o método fisioterapêutico para o tratamento do acidente vascular encefálico. O profissional de fisioterapia atua com estímulos que fazem com que as partes lesadas tendam a se reativar com a ajuda do próprio paciente, tornando o tratamento combinado. Os recursos adotados em pacientes idosos hemiplégicos, oriundos de AVE, podem ser hidroterapia e a cinesioterapia, além de exercícios específicos a cada tipo de membro. Devido a tais questões, o profissional em fisioterapia é indispensável no tratamento de idosos hemiplégicos, e seus cuidados devem ser redobrados e especializados.

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