O super-homem de Nietzsche e Aleister Crowley

Crowley já mostrara grande admiração por Nietzsche em sua “auto-hagiografia”, mas as concepções de ambos, apesar de semelhantes com relação ao cristianismo sendo este visto como restrição dos sentidos humanos; converteram-se em ideais diferentes. Partindo desta premissa, o supracitado artigo pretende confrontar a concepção de homem presente na filosofia de Nietzsche e Aleister Crowley, apresentando algumas diferenças e semelhanças pautadas nos dois pensamentos, tendo como princípio a filosofia como fonte histórica. Como fontes de pesquisa, foram utilizadas o livro de Nietzsche Assim falava Zaratustra (1885) e o Livro da Lei (1904) de Aleister Crowley. Com base na análise comparativa das interpretações dos autores, foram identificadas duas concepções: A subjugação do homem e de Deus, a criação de um super-homem e a transformação do homem em próprio Deus. Além disso, foi concluído que o a filosofia de Nietzsche, como incentivadora, influência Crowley que se insere em um contexto cultural novo, que seria visto com ênfase na metade do séc. XX e que o historiador Aldo Natale Terrin defende como produto do pós-moderno, sob o nome, Nova Era.

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