Doença de Hansen: um estudo de caso
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Universidade Católica do Salvador
A hanseníase é uma doença infecto-contagiosa causada pelo Mycobacterium leprae, ou bacilo
de Hansen, que apresenta afinidade por células cutâneas e por células dos nervos periféricos, que se
instalam no organismo da pessoa infectada podendo se multiplicar, de evolução lenta, que se manifesta
principalmente através de sinais e sintomas dermatoneurológicos: lesões na pele e nos nervos
periféricos, principalmente nos olhos, mãos e pés. Objetivo: Tem como principal objetivo o estudo de
uma situação clínica, embasado nos conhecimentos técnico-científicos, relacionando-os com a prática
exercida em campo. Metodologia: Divisão de etapas, onde serão abordados revisão de literatura sobre a
patologia (Características gerais da hanseníase; aspectos epidemiológicos; sinais e sintomas;
diagnóstico e tratamento), o histórico, exame físico diagnóstico de enfermagem, prescrição de
enfermagem, evolução, processo de enfermagem e plano de alta. Resultados: O paciente apresenta pele
com turgor e elasticidade diminuída, difusamente com áreas de erosão com contornos mal difundidos em
face flexora de membro superior direito e palma da mão direita. Lesões hiperceratóticas com
hipercrômia em palmas das mãos e plantas dos pés. Conclusão: A sistematização da assistência de
enfermagem faz uso do método científico na prática assistencial através do processo de enfermagem,
avaliando a prática do cuidar na dinâmica de ações sistematizadas interrelacionadas, visando
assistência ao ser humano. Com isso, o tratamento do paciente com hanseníase é fundamental para curálo,
fechar a fonte de infecção interrompendo a cadeia de transmissão da doença, sendo, portanto,
estratégico no controle da endemia e para eliminar a hanseníase enquanto problema de saúde pública,
compreendendo o tratamento quimioterápico especifico.
