Um olhar psicanalítico sobre a maternagem no ambiente prisional e suas vicissitudes

Este artigo realiza um breve estudo comparativo, de natureza epistêmica, com as obras de Freud e Winnicott. Seu foco reside na análise do papel da família e as interfaces da maternagem no sistema penitenciário feminino, assim como as possíveis consequências que este ambiente pode acarretar no desenvolvimento saudável do bebê. Para tanto, a escolha de Freud e Winnicott como autores centrais justifica-se pelo fato de que ambos destinam, às experiências primárias e afetivas, um lugar crucial na constituição do sujeito. Em busca da conciliação de interesses diversos, a realização deste artigo permitiu o uso de uma metodologia qualitativa teórico-bibliográfica, possibilitando o estabelecimento de um debate sobre a díade mãe-bebê no sistema penitenciário, e ainda, uma reflexão sobre a importância do psicólogo nesse ambiente.

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