Branquitude normativa na justiça brasileira persistência do racismo e resguardo de privilégios

creativework.keywordsCiências Sociais Aplicadas
creativework.keywordsDireito
creativework.publisherPró-Reitoria de Graduação
creativework.publisherCurso de Direito
dc.contributor.authorSilva, Ruan Damasceno
dc.contributor.authorFélix, Germana Pinheiro de Almeida (Orient.)
dc.date.accessioned2025-08-13T15:39:06Z
dc.date.available2025-08-13T15:39:06Z
dc.date.issued2024-12-18
dc.description.abstractEste artigo investiga como o sistema judicial brasileiro reflete e perpetua o pacto da branquitude, contribuindo para o racismo estrutural e institucional que reafirma os privilégios de pessoas não negras. A pesquisa analisa a falta de representatividade de indivíduos negros no judiciário e como essa ausência afeta a luta por direitos dessa parcela da população. Apesar da diversidade étnica do Brasil, as altas instâncias do judiciário são, predominantemente, ocupadas por pessoas brancas, o que perpetua desigualdades. O artigo também discute o princípio da ausência, conforme abordado por Grada Kilomba e Frantz Fanon, enfatizando como a marginalização de pessoas negras é mantida. A análise inclui dados do CNJ que evidenciam a escassez de magistrados negros e a violência sistemática enfrentada pela população preta. Ao longo do texto, busca-se esclarecer a existência do racismo no Brasil e a necessidade urgente de representatividade, explorando como o pacto narcísico entre indivíduos brancos impede a inclusão social e a promoção da igualdade racial.
dc.identifier.urihttps://ri.ucsal.br/handle/123456789/5703
dc.language.isopt
dc.publisherUCSal, Universidade Católica do Salvador
dc.subjectRacismo
dc.subjectBranquitude
dc.subjectRaça
dc.subjectIgualdade racial
dc.titleBranquitude normativa na justiça brasileira persistência do racismo e resguardo de privilégios
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso

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