Tratamento de transtornos psicóticos com ênfase no aripiprazol: Uma revisão narrativa da literatura

Os antipsicóticos são utilizados, principalmente, para o tratamento de transtornos psicóticos, e podem ser divididos em primeira e segunda geração. O aripiprazol é um antipsicótico de segunda geração, muito utilizado na clínica para o tratamento de psicoses. Este fármaco mostra-se bastante efetivo em comparação a outros antipsicóticos, por conta da sua afinidade com os receptores dopaminérgicos D2 e serotoninérgicos 5-HT1A e menos efeitos extrapiramidais. Objetivo. Evidenciar as contribuições das publicações científicas produzidas acerca do uso do aripiprazol, em relação a alguns antipsicóticos tradicionais, no tratamento de doenças psicóticas. Metodologia. Este estudo foi realizado no período de 2013 a 2020, com auxílio de artigos científicos disponibilizados nas plataformas Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (Medline) ou PubMed e Scientific Electronic Library Online (Scielo), google acadêmico, no site da Anvisa e livros didáticos. Como critério de inclusão, utilizou-se artigos originais publicados no período definido, com ênfase na definição e classificação dos neurolépticos, papel dos receptores dopaminérgicos, o uso do aripiprazol em pessoas com transtorno depressivo e síndrome de Tourette, o efeito do aripiprazol no metabolismo e as consequências da permuta de outros antipsicóticos para o aripiprazol. Foram excluídos todos os artigos que não seguiram os critérios de inclusão e artigos de revisão. Considerações finais. Esses achados acerca do aripiprazol demonstra como este fármaco é uma escolha terapêutica eficiente pois, além de eficaz como antipsicótico, ele apresenta um perfil único de agonista parcial dos receptores dopaminérgicos D2, gerando menos efeitos adversos.

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