Existem outros propósitos nos jogos eletrônicos além da simples diversão?
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Universidade Católica do Salvador
O ser humano ainda guarda um infindável mundo interior por ser estudado. As investigações cerebrais da moderna psicotrônica ratificam os argumentos e orientações de mestres orientais. Os estudos em Psicologia Transpessoal sinalizam potenciais latentes da mente humana. A linguagem ganha roupagem com estudos em neurolinguística, largamente explorados pelo marketing. Existem imagens,
mensagens sub-liminares, ícones, ritmos, seqüências melódicas, que podem atuar de maneira subconsciente nas mentes humanas. Estas ações, quando identificadas, são suspensas. Exemplo: comercial televisivo com fundo preto e letras brancas. Os jogos eletrônicos evoluíram dos primeiros games: come-come, batalha naval, para algo como o Quake, que pode ser jogado em rede, por pessoas
de qualquer parte do planeta, onde haja um computador plugado na internet. Ou ainda os recursos de interatividade, que permitem a cada criança ou jogador montar seu carro. Isto constitui uma nova configuração aos modernos games. Entretanto resta um pergunta: por que não existem jogos sobre solidariedade, paz, reciclagem, preservação da vida. Ao contrário, a maioria dos jogos apresenta a destruição, o aniquilamento, a morte. É importante observar como a indústria da violência se manifesta em nosso cotidiano. Até que ponto o brincar de burlar regras, de matar podem despertar ou ensinar mecanismos aplicáveis na vida real?
