Crescimento da criminalidade na Bahia: insuficiência da segurança pública no combate ao crime organizado [PUBLICAÇÃO NÃO AUTORIZADA]
| creativework.keywords | Ciências Sociais Aplicadas | |
| creativework.keywords | Direito | |
| creativework.publisher | Pró-Reitoria de Graduação, Extensão e Ação Comunitária | |
| creativework.publisher | Escola de Ciências Jurídicas e Sociais | |
| dc.contributor.author | Santos, Lucas Bastos Veiga | |
| dc.contributor.author | Figueiredo, Cristiano Lazaro Fiúza (Orient.) | |
| dc.date.accessioned | 2026-08-31T13:12:12Z | |
| dc.date.available | 2026-08-31T13:12:12Z | |
| dc.date.issued | 2026-06-26 | |
| dc.description.abstract | O artigo analisa o crescimento da criminalidade na Bahia a partir da constatação de que o aparato estatal de segurança pública tem se mostrado insuficiente para enfrentar, de modo efetivo, o avanço do crime organizado. O texto parte da compreensão de que a violência no estado, especialmente em Salvador e em áreas periféricas, deixou de ser um fenômeno isolado para se tornar uma crise estrutural, com impactos diretos sobre a vida cotidiana, a sensação de insegurança e a confiança da população nas instituições públicas. Nesse cenário, o trabalho delimita seu foco no fortalecimento das facções criminosas, entendidas como organizações com alto poder de adaptação, domínio territorial, capacidade de financiamento e imposição de regras paralelas em determinados espaços urbanos. A pesquisa sustenta que a segurança pública, além de ser dever do Estado, constitui direito fundamental indispensável à preservação da vida, da liberdade e da ordem pública. A partir dessa base, o estudo examina os fundamentos constitucionais da segurança pública, destacando que sua efetivação não pode se restringir a ações repressivas imediatas, mas exige planejamento, integração entre instituições, inteligência, estrutura adequada e respeito aos direitos fundamentais. O artigo demonstra que a simples previsão constitucional não garante, por si só, a proteção social, sobretudo quando o Estado não consegue articular políticas permanentes e coordenadas de enfrentamento à criminalidade. Ao abordar o papel do Estado, o texto destaca que o combate ao crime organizado exige mais do que reação ao delito consumado. Requer governança, cooperação federativa, compartilhamento de informações, fortalecimento da atividade de inteligência e integração entre os órgãos de segurança e o sistema de justiça. Também analisa a atuação das forças policiais e o envolvimento eventual das Forças Armadas, observando que o uso de operações extraordinárias e medidas emergenciais não substitui a necessidade de reformas estruturais. | |
| dc.identifier.uri | https://ri.ucsal.br/handle/123456789/6039 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.publisher | UCSal - Universidade Católica do Salvador | |
| dc.subject | Segurança pública | |
| dc.subject | Crime organizado | |
| dc.subject | Criminalidade na Bahia | |
| dc.subject | Facções criminosas | |
| dc.subject | Aparato estatal | |
| dc.title | Crescimento da criminalidade na Bahia: insuficiência da segurança pública no combate ao crime organizado [PUBLICAÇÃO NÃO AUTORIZADA] | |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso |
