A efetividade da execução penal no Brasil: garantias, desafios e contradições do sistema de cumprimento de pena
| creativework.keywords | Ciências Sociais Aplicadas | |
| creativework.keywords | Direito | |
| creativework.publisher | Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação | |
| creativework.publisher | Especialização em Tribunal do Júri e Audiência de Custódia | |
| dc.contributor.author | Santos, Leandro Lima dos | |
| dc.contributor.author | Mesquita Júnior, Armando Duarte (Orient.) | |
| dc.date.accessioned | 2026-04-13T14:22:45Z | |
| dc.date.available | 2026-04-13T14:22:45Z | |
| dc.date.issued | 2026-03-18 | |
| dc.description.abstract | O sistema de execução penal no Brasil vive um conflito constante entre o que está escrito na lei e o que acontece na prática. A Lei de Execução Penal (Lei no 7.210/1984) fala em ressocialização, quer ver o condenado voltando a viver em sociedade, com acesso a trabalho, estudo, saúde, apoio jurídico e psicológico. Mas quem entra em uma penitenciária brasileira se depara com uma realidade bem diferente: celas lotadas, falta de vagas para trabalhar ou estudar, problemas administrativos pra todo lado e prazos judiciais que simplesmente não são cumpridos. A distância entre a teoria e a vida real é enorme. O Estado deveria garantir que a execução da pena respeite os direitos fundamentais da pessoa, como manda a Constituição de 1988, que coloca a dignidade humana no centro de tudo. Só que, na prática, o sistema penal brasileiro tropeça em problemas históricos e estruturais, e a execução da pena acaba sendo um dos pontos mais críticos do nosso sistema de justiça. O Brasil já está entre os países com a maior população carcerária do mundo. E o problema não para os que já estão presos. Tem muita gente que cumpre medidas alternativas, como o monitoramento eletrônico, o recolhimento noturno e o trabalho externo. Só que até aí as coisas emperram: falta equipamento, sobram decisões judiciais conflitantes, o Estado demora a agir, quase não há acompanhamento. Tudo isso cria situações injustas e, por vezes, perigosas, mostrando que o sistema precisa de mudanças urgentes. Toda via, este trabalho analisa a efetividade do sistema de execução penal do Brasil. Analiso como atuam o Judiciário, o Ministério Público e a Defensoria Pública, olhando pra jurisprudência e pra literatura sobre o tema. Falo dos obstáculos que os apenados realmente enfrentam, principalmente quando o assunto é progressão de regime, trabalho externo e o cumprimento de medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica. No final, há caminhos para melhorar esse quadro: fortalecer políticas de ressocialização, investir de verdade em educação e trabalho dentro das prisões e fazer com que a justiça aja de forma mais humana. | pt |
| dc.identifier.uri | https://ri.ucsal.br/handle/123456789/5889 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.publisher | UCSal - Universidade Católica do Salvador | |
| dc.subject | Execução Penal | |
| dc.subject | Ressocialização | |
| dc.subject | Direitos fundamentais | |
| dc.subject | Progressão de regime | |
| dc.subject | Faltas graves | |
| dc.title | A efetividade da execução penal no Brasil: garantias, desafios e contradições do sistema de cumprimento de pena | pt |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso |
