Gênero e violência: aspectos da violência masculina na relação conjugal e a responsabilidade do Estado
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UCSal, Universidade Católica do Salvador
A presente pesquisa trata-se de um estudo do reflexo das masculinidades na violência de gênero, destacando a Lei Maria da Penha (2006), que visa proteger as
mulheres e punir agressores, mas enfrenta falhas em sua aplicação, expondo também a necessidade de ser tratado com uma situação de mais preocupação
diante da sociedade. A pesquisa foi exploratória, utilizando-se de uma pesquisa bibliográfica para investigar o impacto da masculinidade tóxica na violência
doméstica e sugerir formas de combatê-la. Analisar a criação dos homens e a perpetuação de comportamentos violentos ao longo das gerações. Indicar que
mudanças na educação e no pensamento masculino, além de reafirmações legislativas, são necessárias para reduzir a violência contra as mulheres no Brasil. É
demonstrado que violência doméstica em algumas situações pode ser alimentada por uma cultura machista e pela masculinidade tóxica, que perpetuam
comportamentos violentos e controladores. Se observa também que, apesar da criação de varas especializadas e medidas protetivas, a reincidência de violência e feminicídios continuam, devido à má implementação da lei. O trabalho também enfatiza a importância da educação para desconstruir a masculinidade tóxica e
promover igualdade de gênero. Além disso, critica a normalização da violência pela sociedade, que muitas vezes a vê como algo privado. A pesquisa demonstrou que é possível que a solução passe por uma abordagem mais eficaz da lei quanto a prevenção, utilizando da educação e necessitando de maior apoio estatal e
mudanças culturais para garantir a segurança e os direitos das mulheres.
