Efeito da auto liberação miofascial sobre a força muscular em atletas de futebol feminino: ensaio clínico randomizado
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Universidade Católica do Salvador
Verificar o efeito crônico da auto liberação miofascial (ALM) sobre a força muscular (FM) em atletas de futebol feminino. Métodos: este estudo trata-se de ensaio clínico randomizado. Participaram do estudo 14 atletas de futebol feminino. Foi aplicado um questionário sociodemográfico e clínico às atletas participantes e em seguida foram realizadas avaliações no aparelho dinamômetro isocinético dos extensores e flexores de joelho. As participantes foram divididas em dois grupos equivalentes aleatoriamente, caracterizando um grupo intervenção (GI) e um grupo controle (GC). As participantes do GI realizaram um aquecimento de rotina do clube associado à ALM com um foam roller. Já as participantes do GC, realizaram o mesmo aquecimento, porém sem a associação da ALM. Após 48h da avaliação isocinética deu-se início ao protocolo da ALM que teve duração de duas semanas e foi aplicado aos grupos musculares quadríceps, isquiostibiais e tríceps sural. Após 48 horas da última intervenção, foi realizada uma reavaliação no aparelho dinamômetro isocinético. Resultados: não foram verificados efeitos significativos entre os grupos no pós-teste. Na comparação pré e pós-teste entre os grupos, houve uma piora significativa na variável pico de torque de extensão do membro inferior dominante no grupo que não fez a ALM (p = 0,013). Conclusão: conclui-se que uma abordagem crônica de ALM não foi capaz de gerar mudanças significativas na FM, mas a sua utilização pode reduzir os efeitos prejudiciais gerados por uma maior demanda de treinamento realizada pelas atletas
