A permanência da violência simbólica: ausências das literaturas africanas de língua portuguesa nas grades curriculares das faculdades de letras brasileiras

Este texto pretende discutir como a marginalização das literaturas africanas de língua portuguesa, nas grades curriculares das faculdades de Letras brasileiras, contribui para perpetuar a violência simbólica, que se traduz no espaço lacunar quando se refere às africanidades no geral. Através de questões como crítica literária, políticas de ensino, desmembramento entre educação e cultura e lei 10.639 se debate a necessidade da descolonização curricular brasileira pelo viés da efetiva inserção dessas literaturas em sala de aula. Articular educação e cultura, em sentido pleno no Brasil, é dar direito aos alunos e cidadãos de conhecerem espaços físicos e simbólicos multiculturais e, também, possibilidades de eles se reconhecerem em histórias e Histórias.

Descrição

Citação