Neurociência e ciências criminais: as armadilhas cognitivas por detrás das decisões judiciais criminais e o panorama das repercussões neurocientíficas
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Universidade Católica do Salvador
Con base en el conocimiento neurocientífico, esta monografía busca esbozar los principales
aspectos relacionados con la Neurociencia y el Derecho Penal. Por tanto, partiendo del escorzo
histórico del estudio del cerebro y apoyándose en las investigaciones bibliográficas y científicas
existentes, este estudio pretende desvelar diferentes aspectos relacionados con el
comportamiento humano, sobre todo, en lo que respecta al funcionamiento del cerebro para la
toma de decisiones judiciales penales. . En esta línea, además de analizar la teoría de la
disonancia cognitiva, los sesgos y las heurísticas en el ámbito de la decisión judicial penal para
demostrar que estos atajos cognitivos conducen a un alejamiento del principio de imparcialidad,
también se pretende hacer un repaso de la repercusiones neurocientíficas, poniendo como punto
central del debate, la (in) comunicabilidad entre Neurociencia y Derecho Penal y las posibles
interrogantes que suscita esta relación, especialmente en el ámbito del neuroderecho penal y la
neurocriminología. Por tanto, se concluye que es necesario que los magistrados y criminalistas
se enfoquen en el conocimiento neurocientífico para: hacer, o no, comunicabilidad entre
Neurociencia y Ciencias Penales; tomar conciencia de las implicaciones científicas en la toma
de decisiones judiciales penales, así como aprovechar lo útil para oxigenar el instituto, sin que
ello signifique levantar la bandera del abolicionismo penal.
A partir dos conhecimentos neurocientíficos, esta monografia busca delinear os principais
aspectos que envolvem a Neurociência e o Direito Penal. Para tanto, partindo do escorço
histórico do estudo do cérebro e valendo-se de pesquisas bibliográficos e científicas já
existentes, esse estudo visa desvendar diferentes aspectos relacionados ao comportamento
humano, sobretudo, no que se refere ao funcionamento do cérebro para tomar decisões judiciais
criminais. Nesta linha, além de analisar a teoria da dissonância cognitiva, os vieses e as
heurísticas na esfera da decisão judicial criminal para demonstrar que, esses atalhos cognitivos,
acarretam no afastamento do princípio da imparcialidade, também se pretende fazer um
panorama das repercussões neurocientíficas, trazendo como ponto cerne do debate a
(in)comunicabilidade entre Neurociência e Direito Penal e os possíveis questionamentos
suscitados dessa relação, em especial, na esfera do neurodireito penal e da neurocriminologia.
Conclui-se, portanto, que é necessário que os magistrados e os criminalistas se debrucem sobre
os conhecimentos neurocientíficos para: tornar, ou não, possível a comunicabilidade entre
Neurociência e Ciências Criminais; tomar conhecimento das implicações científicas na tomada
de decisão judicial criminal, assim como aproveitar aquilo que lhe for útil para oxigenar o
instituto, sem que isso signifique levantar a bandeira do abolicionismo penal.
