O uso de escitalopram e da fluoxetina na pandemia de COVID-19: uma análise comparativa
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Universidade Católica do Salvador
A pandemia causada pelo SARS-CoV-2, que deu início em dezembro de 2019, gerou muitos
efeitos, tais como o distanciamento social, conduzindo a uma preocupação em relação à
saúde mental dos indivíduos devido ao medo, incertezas econômicas, crises e estresse,
sendo eles as variáveis que estão desencadeando na população um agravamento da
depressão. Ainda que não exista uma quantidade significativa de estudos, alguns dados
mostram que houve aumento no consumo de antidepressivos. O presente estudo faz uma
análise comparativa sobre o escitalopram e a fluoxetina, ambos utilizados durante a pandemia
de COVID-19 por serem considerados uma boa terapêutica. Além disso, a biodisponibilidade
do escitalopram é de 80%, sendo melhor distribuído em todos os tecidos do corpo humano,
enquanto que a biodisponibilidade da fluoxetina oral é de 90%, sendo praticamente absorvida
por completo. Por esta razão, o principal objetivo deste estudo é mostrar o uso e efeitos
desses dois fármacos no controle da depressão no cenário atual. Por meio de uma revisão
narrativa, foram usados artigos originais encontrados nas plataformas National Library of
Medicine - NIH ou PubMed e Scientific Electronic Library Online (SCIELO). Concluiu-se que a
fluoxetina tem uma maior biodisponibilidade ao ser comparada com o escitalopram, porque
ela possui uma maior afinidade com os transportadores seletivos de serotonina. Dados
sugerem que os níveis sobre a venda do escitalopram foram elevados se comparados à
fluoxetina. Por conseguinte, ainda são necessários estudos mais aprofundados para
compreensão do uso e venda desses fármacos, visto que, estão sendo os mais prescritos.
