A pena, entre a doença e a sanidade: a ineficiência do estado quanto ao psicopata no sistema penitenciário brasileiro.

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Universidade Catolica de Salvador
Society and public authorities attach little importance to the need for an effective criminal policy for psychopaths. It is already known that the Brazilian Penitentiary System in its current conjecture does not have the power to resocialize and there has been no effective discovery so far for the cure of psychopathy. Therefore, the duty to ensure the population is of the state, given that they are regarded as permanently dangerous, due to their indifference to the human characteristic trait in the psychopathic personality, causing society danger as to their recidivism.
A sociedade e as autoridades públicas dão pouca importância para a necessidade de uma política penal eficaz para os criminosos psicopatas. Percebe-se que o Sistema Penitenciário brasileiro, em sua atual conjectura, não cumpre o papel da pena: Ressocializar. E que portanto, não havendo, até o momento, nenhuma descoberta eficaz para a cura da psicopatia, tem, o Estado, o dever de assegurar a população, haja vista que tais indivíduos são tidos como permanentemente perigosos, devido a sua indiferença ao ser, traço característico na personalidade psicopata, causando perigo a sociedade quanto a sua reincidência.

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