A voz da anistia: o bêbado e a equilibrista como discurso jurídico-musical na transição democrática brasileira

creativework.keywordsCiências Sociais Aplicadas
creativework.keywordsDireito
creativework.publisherPró-Reitoria de Graduação, Extensão e Ação Comunitária
creativework.publisherEscola de Ciências Jurídicas e Sociais
dc.contributor.authorFrança, Brenda Rebeca Alves de
dc.contributor.authorLeão, Ilton Vieira (Orient.)
dc.contributor.authorNovaes, Ávio Mozar José Ferraz de (Membro da Banca)
dc.date.accessioned2026-03-10T19:14:42Z
dc.date.available2026-03-10T19:14:42Z
dc.date.issued2025-12-19
dc.description.abstractA presente pesquisa analisa a interface entre direito, memória e cultura a partir da canção ?O bêbado e a equilibrista?, interpretada por Elis Regina em 1979, como expressão simbólica da anistia política brasileira e de seus desdobramentos constitucionais no período pós-ditadura. O problema que orienta o estudo consiste em investigar de que forma essa obra musical pode ser compreendida como um discurso jurídico-cultural capaz de mobilizar demandas constitucionais, influenciar a memória coletiva da anistia e contribuir para a consolidação de princípios democráticos. Parte-se da hipótese de que a música, enquanto manifestação cultural recorrente no imaginário social, desempenha papel relevante na preservação da memória histórica e na formação da consciência constitucional. A pesquisa justifica-se pela necessidade de ampliar o diálogo entre arte e direito no contexto da justiça de transição, especialmente diante da permanência de controvérsias jurídicas sobre a Lei no 6.683/1979 e da decisão proferida na ADPF 153/DF. O objetivo geral consiste em examinar a canção como elemento de uma denominada jurisprudência cultural, apta a tensionar a leitura conciliatória da anistia e a reforçar o direito à memória e à verdade. A metodologia adotada possui abordagem qualitativa, de natureza exploratória, desenvolvida por meio de revisão bibliográfica, análise jurisprudencial e exame documental. A estrutura do trabalho organiza-se em quatro eixos: contextualização da Lei da Anistia, análise constitucional da ADPF 153, estudo do direito à memória e à verdade, e exame da jurisdição cultural a partir da música. Os resultados indicam que a produção cultural atuou como instrumento de preservação da memória e como contraponto simbólico ao esquecimento jurídico institucional.pt
dc.description.sponsorship.
dc.identifier.urihttps://ri.ucsal.br/handle/123456789/5859
dc.language.isopt
dc.publisherUCSal, UNiversidade Católica do Salvador
dc.subjectLei da anistia
dc.subjectJurisprudência cultural
dc.subjectDireito à memória
dc.subjectConstituição de 1988
dc.subjectDemocracia
dc.titleA voz da anistia: o bêbado e a equilibrista como discurso jurídico-musical na transição democrática brasileirapt
dc.typeTrabalho de Conclusão de Curso

Arquivos

Pacote Original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
TCCBRENDAFRANÇA.pdf
Tamanho:
0 B
Formato:
Adobe Portable Document Format

Licença do Pacote

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
license.txt
Tamanho:
1.71 KB
Formato:
Item-specific license agreed upon to submission
Descrição: