Políticas educacionais, direitos humanos e interculturalidade: o caso das Escolas Corânicas na Guiné-Bissau

creativework.keywordsSociais e Humanidades
creativework.keywordsMultidisciplinar
creativework.publisherPró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
creativework.publisherPolíticas Sociais e Cidadania
dc.contributor.authorTuré, Iliassa
dc.contributor.authorSilva, Julie Sarah Lourau Alves da (Orient.)
dc.contributor.authorLepikson, Maria de Fátima Pessôa (Membro da Banca)
dc.contributor.authorBenedicto, Ricardo Matheus (Membro da Banca)
dc.contributor.authorDilago, Stela Gleide Oliveira Santana (Membro da Banca)
dc.date.accessioned2026-05-05T20:02:08Z
dc.date.available2026-05-05T20:02:08Z
dc.date.issued2026-03-26
dc.description.abstractA dissertação trata das políticas educacionais, direitos humanos e interculturalidade: caso das escolas corânicas na Guiné-Bissau, e das crianças talibés (alunos, quem quer aprender ou discípulo). Com o recorte temporal de 2004 a 2023. O objetivo geral da pesquisa é identificar e esclarecer como a Guiné-Bissau, apesar de ser uma nação pluriétnica e pluricultural, releva de uma certa colonialidade nas suas políticas educacionais que não permite desenvolver o reconhecimento de culturas plurais através do modelo intercultural e da educação em direitos humanos. Os objetivos específicos: levantar e descrever como vem se constituindo historicamente o sistema educacional na Guiné-Bissau para atender as crianças com exigência de escolarização; apontar quais caminhos para promover a educação intercultural e direitos humanos para evitar a colonialidade; identificar e esclarecer quais as práticas pedagógicas vêm sendo aplicadas no ensino para crianças a partir de escolas corânicas na Guiné-Bissau, e que relação promove o ensino islâmico com as escolas oficiais na Guiné -Bissau; ressaltar as diferentes formas de transmissão de saberes nas escolas corânicas na Guiné-Bissau, e por fim, levantar os indicadores de dificuldades enfrentados pelas crianças/ alunos (talibés) nas escolas corânicas na região da Senegâmbia para desenvolver o processo educacional. O referido trabalho é orientado pela metodologia qualitativa, estudo de caso, análise documental e registros fotográficos que serviram de linha-mestra de todo processo investigativo. O trabalho demonstra que a Guiné-Bissau é uma país marcado por traços do processo histórico da colonização, por emergências, vulnerabilidades, crises prolongadas e conflitos político-militar. Estes acontecimentos impactam diretamente no funcionamento do sistema educativo, principalmente na construção de uma política educacional/curricular pluriétnica, pluricultural e inclusiva, ou seja, intercultural e em direitos humanos, marcada por interrupções e contrações, muitas vezes orientados por países parceiros. A pesquisa mostra que as escolas corânicas na Guiné-Bissau, funcionam como um modelo alternativo ou educação não formal, mas que desempenham uma papel central na educação religiosa e cultural, principalmente nas comunidades muçulmanas, muitas vezes funcionam como substituto das escolas públicas, especialmente nas zonas rurais.pt
dc.description.sponsorshipFAPESB
dc.identifier.urihttps://ri.ucsal.br/handle/123456789/5909
dc.language.isopt
dc.publisherUCSal, Universidade Católica do Salvador
dc.subjectPolítica educacional
dc.subjectGuiné-Bissau
dc.subjectDireitos humanos
dc.subjectInterculturalidade
dc.subjectEscolas corânicas
dc.subjectTalibés
dc.titlePolíticas educacionais, direitos humanos e interculturalidade: o caso das Escolas Corânicas na Guiné-Bissaupt
dc.typeDissertação

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