Os tempos do envelhecimento: a percepção da finitude nas relações familiares intergeracionais
| creativework.keywords | Sociais e Humanidades | |
| creativework.keywords | Multidisciplinar | |
| creativework.publisher | Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação | |
| creativework.publisher | Família na Sociedade Contemporânea | |
| dc.contributor.author | Rocha, Jonatas Tourinho | |
| dc.contributor.author | Fornasier, Rafael Cerqueira (Orient.) | |
| dc.contributor.author | Sá, Sumaia Midlej Pimentel (Membro da Banca) | |
| dc.contributor.author | Moreira, Lúcia Vaz de Campos (Membro da Banca) | |
| dc.date.accessioned | 2026-06-02T15:28:32Z | |
| dc.date.available | 2026-06-02T15:28:32Z | |
| dc.date.issued | 2026-03-24 | |
| dc.description.abstract | A presente dissertação é um estudo de campo que adota uma abordagem qualitativa, de caráter exploratório, com o objetivo de compreender como a percepção da finitude influencia as dinâmicas das relações familiares intergeracionais no processo de envelhecimento. A investigação foi realizada na cidade de Salvador/BA com oito participantes, sendo quatro pessoas idosas e quatro familiares adultos, pertencentes a dois grupos socioeconômicos distintos. Os dados foram produzidos por meio de entrevistas semiestruturadas e analisados à luz da técnica de análise temática de conteúdo (Bardin, 1977). O estudo se fundamenta em um diálogo interdisciplinar entre Psicologia, Antropologia e Filosofia, discutindo o envelhecer como experiência plural e atravessada por dimensões afetivas, simbólicas e socioculturais. A pesquisa organizou-se em três eixos analíticos: representações do envelhecimento, percepção da finitude e relações intergeracionais. Os resultados indicaram que o envelhecimento é vivenciado de forma ambivalente, articulando maturidade e experiência acumulada com receios relacionados à dependência e à perda de autonomia. Observou-se que as condições socioeconômicas influenciam significativamente a elaboração da velhice e da finitude, especialmente no que se refere às possibilidades concretas de cuidado e manutenção da autonomia. A finitude revelou-se não apenas como evento biológico futuro, mas como presença simbólica que reorganiza prioridades, intensifica vínculos familiares e reforça a transmissão intergeracional de valores. Conclui-se que envelhecimento e morte constituem experiências socialmente situadas e interdependentes, cuja compreensão exige abordagem que integre dimensões biológicas, sociais e existenciais, evidenciando o papel da família como espaço privilegiado de elaboração simbólica da vida e da morte. | pt |
| dc.description.sponsorship | Esta formação só foi possível graças à bolsa PROSUC/CAPES, investimento público que viabilizou minha permanência no programa e a realização desta pesquisa. Registro também minha gratidão ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cuja história de vida, trajetória pública e defesa da educação representam, para mim, uma referência de esperança, superação e compromisso social, especialmente no fortalecimento das políticas públicas de acesso e permanência na pós-graduação stricto sensu. | |
| dc.identifier.uri | https://ri.ucsal.br/handle/123456789/5936 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.publisher | UCSal - Universidade Católica do Salvador | |
| dc.subject | Envelhecimento | |
| dc.subject | Finitude | |
| dc.subject | Relações intergeracionais | |
| dc.subject | Família | |
| dc.subject | Intergeracionalidade | |
| dc.title | Os tempos do envelhecimento: a percepção da finitude nas relações familiares intergeracionais | pt |
| dc.title.alternative | The times of aging: the perception of finitude in intergenerational family relationships | |
| dc.type | Dissertação |
