Aprende quem ensina e o canto é coral: contextos familiares e sociais na promoção de direitos humanos de jovens integrantes do NEOJIBÁ
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Universidade Católica do Salvador
A partir de las categorías de análisis juventudes, educación y derechos humanos, las últimas
dos decadas han intensificado agendas públicas en contexto brasileño y bahiano. La
investigación - de carácter empírico interdisciplinario - tiene como objetivo principal describir
el acceso a los Derechos Humanos de jóvenes participantes de los Núcleos Estatales de
Orquestas Juveniles e Infantiles de Bahía (NEOJIBA), buscando el reto de la integración a los
temas centrales: “aprende quien enseña” y “el canto és en coro”. Una mirada atenta a los
contextos relacionales (familiares y sociales) que delimitan espacios para promoción de los
derechos humanos, identifica a NEOJIBA como política pública. Creado en 2007 por el
pianista, educador, director y gestor cultural Ricardo Castro, su misión social es “el desarrollo
e integración social de niños, niñas, adolescentes y jóvenes en situación de vulnerabilidad,
principalmente a través de la enseñanza y práctica musical colectiva”. En un enfoque
cualitativo y multireferencial, la teoría está vinculada a la Sociología Crítica y las
Epistemologías Feministas, siendo la metodología elaborada y ejecutada en cuatro etapas:
observación espontánea; observación y enfoque participante; seguimiento y recolección a
través de netnografías cualitativas, basadas en la formación educativa y "encuentro con las
familias" y, finalmente, entrevistas semiestructuradas individuales realizadas a partir de una
muestra representativa de experiencias múltiples con diez integrantes (cinco madres y cinco
jóvenes). Los resultados encontrados sugieren que las participantes del programa identifican y
reconocen la integración social y familiar, así como la accesibilidad a las dimensiones de los
derechos humanos (con énfasis en educación, ciudadanía y justicia social). A través de la
educación no formal, vinculada a las condicionalidades y la construcción de redes sociales,
señalan aprendizajes, impactos en las familias y comunidades donde se encuentran las madres
y los jóvenes, incluso en situaciones de salud y crisis pandémica.
Tendo como marcadores as categorias juventudes, educação e direitos humanos, as duas
últimas décadas foram de intensificação de agendas públicas para o cenário brasileiro e
baiano. A pesquisa - de caráter interdisciplinar e empírica - tem como objetivo principal
investigar o acesso aos Direitos Humanos de participantes jovens dos Núcleos Estaduais de
Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia (NEOJIBA), em contextos familiares e sociais
vivenciados na integração aos dois lemas centrais: “aprende quem ensina” e “o canto é coral”.
Um olhar atento sobre contextos relacionais (familiares e sociais) delimitando espaços de
promoção de e para direitos humanos, identifica o NEOJIBA como política pública. Criada
em 2007, pelo pianista, educador, regente e gestor cultural Ricardo Castro, tem como missão
social “o desenvolvimento e a integração social prioritariamente de crianças, adolescentes e
jovens em situações de vulnerabilidade por meio do ensino e prática musical coletivos”. Em
abordagem qualitativa e multirreferencial, a fundamentação está atrelada à Sociologia Crítica
e às Epistemologias Feministas, sendo a metodologia elaborada e executada em quatro etapas:
observação espontânea; observação e aproximação participante; acompanhamento e coleta
através de netnografias qualitativas, com base na formação educativa e "encontro com
famílias" e, por último, entrevistas semiestruturadas individuais realizadas a partir de uma
amostragem representativa de experiências múltiplas com dez integrantes (cinco mães e cinco
jovens). Os resultados encontrados sugerem que participantes do programa identificam e
reconhecem integração social e familiar, bem como acessibilidade às dimensões dos direitos
humanos (com destaque à educação, à cidadania e à justiça social). Através da educação não
formal, atrelada às condicionalidades e construção de redes de apoio e social, assinalam
aprendizagens, impactos nas famílias e nas comunidades nas quais estão mães e jovens,
mesmo em situação de crise sanitária e pandêmica.
